Rua Afonso Pena, s/n, Centro – Codó-MA
Codó-MA
2018
Rua Afonso Pena, s/n, Centro – Codó-MA
Codó-MA
2018
“O ambiente, o clima
cultural, os valores e as imagens mudaram de trinta anos para cá. Por isso
a educação, a escola, suas leituras e currículos e seus instrumentos
didáticos também mudaram, pois são realidades concretas e não metafísicas.”
A.
Gramsci
|
1.1.
IDENTIFICAÇÃO
CENTRO DE EDUCAÇÃO DE
JOVENS E ADULTOS LÚCIA BAYMA ARAÚJO
Rua Afonso Pena, s/n –
Centro
Codó – ma
EQUIPE GESTORA
Erismar da Silva Souza
Valdemir Guimarães Sousa
COORDENAÇÃO PEDAGÓGICA
Maria do Espirito Santo Sousa
Lima
Adelma Guerra
Meire Lúcia Duarte Costa
SECRETÁRIO
Manoel Messias Moreira de
Queiroz
REDATOR
Valdemir Guimarães Sousa
NÍVEIS DE ENSINO
Ensino Médio Regular
e Educação de Jovens e Adultos
GRUPO DE COORDENAÇÃO
Maria do Espírito
Santo Souza Lima
Adelma Médina Guerra
GRUPO DE SISTEMATIZAÇÃO
Erismar da Silva Souza
Valdemir Guimarães Sousa
Meire Lúcia
Duarte Costa
Adelma Médina Guerra
1.2. APRESENTAÇÃO
Os inúmeros problemas
sociais e educacionais com os quais nos deparamos na atualidade e o verdadeiro
papel da educação são motivos de ampla discussão na sociedade contemporânea.
A escola,
enquanto instituição formativa, deve decidir-se por seus rumos e questionar
constantemente sua função. Uma escola que não consegue definir um projeto
educacional, caminha sem direção e tem poucas chances de contribuir para a
formação cidadã, atendendo aos anseios contemporâneos e ao desenvolvimento
pleno das atuais e futuras gerações. Por isso, a educação preconizada no
Projeto Político Pedagógico de nossa escola, fundamenta-se no princípio de
ofertar um modelo de educação que contribui para a formação de cidadãos
conscientes do seu papel na sociedade, através da construção, disseminação do
conhecimento e releitura de mundo, num processo contínuo de aprendizado e
envolvimento de professores, alunos, funcionários e toda a comunidade.
A Proposta
Política Pedagógica que ora é apresentada prioriza a oferta de um modelo de
educação que contribui para a reflexão, ação e construção de uma nova realidade
social. Portanto, sentimos a necessidade de empreender uma proposta de trabalho
coletivo, a qual possa ofertar subsídios para vencer as barreiras que
inviabilizam a construção de uma escola pública que eduque de fato, para o
exercício da cidadania e seja instrumento real de transformação social.
1.3. CARACTERIZAÇÃO DA ESCOLA
1.3.1. HISTÓRICO
Traçar o percurso histórico do Centro
de Educação de Jovens e Adultos “Lúcia Bayma Araújo” é uma tarefa complexa,
pois não há registros suficientes em relação aos diversos momentos de sua
existência. A síntese apresentada a seguir foi desenvolvida com base em relatos
concedidos pela atual diretora adjunta, a professora Filomena Silva Oliveira,
funcionária dessa escola desde sua fundação.
A
atual escola CEJA LÚCIA BAYMA ARAÚJO foi construída em parceria entre o governo
estadual do então Governador Luis Rocha e o governo municipal o então Prefeito
Antonio Joaquim Araújo Filho. Sito à Rua Afonso Pena, s/n, Bairro Centro, foi
inaugurado no dia 16 de abril de 1984, com o nome de Centro de Estudos
Supletivos de Codó (CES) Lúcia Bayma Araújo. Sua construção e inauguração acontecem
em um período em que, no campo educacional, a luta tinha como pano de fundo a
sua democratização, ou seja, a educação como direito de todos. No caso da EJA,
“Educação de Jovens e Adultos”, a garantia do direito à educação escolar a todos
aqueles que a ela não tiveram acesso, independente da faixa etária, passou a
ser uma obrigação do estado.
A
construção dessa escola surge da necessidade de abrigar alunos inscritos em
programas de educação de adultos (MOBRAL; Projeto Minerva; Telecurso e Estudos
Supletivos) atendidos em salas cedidas em diversos locais.
A escola CEJA LÚCIA BAYMA ARAÚJO apresenta
a mesma estrutura física desde sua construção: oito salas de aula; sala de
professores; secretaria e diretoria com banheiro; cantina; depósito e banheiros
coletivos masculino/feminino. Apesar de estar em um mesmo prédio, cada programa
tinha seu coordenador. ela recebeu esse nome em homenagem à primeira Diretora
Regional de Codó, morta em acidente de avião no ano de 1982. Com sua
inauguração, assume a direção da escola, a Professora Maria da Luz Rodrigues Santos.
Afastou-se do cargo no final do mesmo ano para assumir a Secretaria Municipal
de Educação e Cultura. Com seu afastamento, assume a direção da escola, a
Professora Maria Vilma Bezerra Barbosa (maio de 1985). Nesse ano, o prédio foi
cedido para funcionar como anexo da Escola Estadual Unidade Escolar Colares
Moreira com turmas do ensino regular de 5ª a 8ª Série.
Num
primeiro momento, o seu funcionamento se dá atendendo alunos do Projeto
Minerva, Mobral e Estudos Supletivos. Utilizando-se o “sistema modular”, os
alunos dos estudos supletivos, na sua maioria vindos da zona rural, recebiam os
módulos, levava para casa para estudar e depois voltavam para fazer os exames.
Antes de fazer as provas, os alunos poderiam tirar dúvidas com os professores.
Em outras palavras, o ensino não era presencial. (1ª a 8ª série). Quando o
Mobral alfabetizava adultos de forma presencial. Já o Telecurso funcionava em
circuito fechado presencial, o aluno recebia os módulos, assistia aos programas
pela TV e também recebia explicações dos monitores de disciplinas. O Telecurso,
bem como o estudo supletivo modular funcionou até o ano de 1993.
A
partir do ano de 1994, passa a funcionar o ensino supletivo de maneira
presencial (alfabetização até a 8ª série). No ano de 2000, se dá o afastamento
da então Gestora Maria Vilma por motivo de aposentadoria. Assim, a escola
passou a ser gerida a partir setembro de 2000 pela Professora Raimunda Sousa da
Silva. Após sua renuncia, em janeiro de 2001, assume então, a Professora Rita
Gomes de Oliveira. No ano de 2002 passa efetivamente a ser considerado uma
escola de jovens e adultos passando a ser denominado CEJA Lúcia Bayma Araújo,
atendendo alunos de 5ª a 8ª séries (3º e 4º ciclo), alunos de 7ª e 8ª séries
(4º ciclo) e de ensino médio. A partir de então, gradativamente vai se
extinguindo as turmas de ensino fundamental e vai se dando a implementação de
turmas de ensino médio.
Ao
final do ano de 2004, por determinação da Gerência Regional dos Cocais, se dá a
extinção da Unidade Integrada Colares Moreira Anexo, com vistas a funcionar os
três turnos com educação de jovens e adultos. Tal experiência não foi bem
sucedida. Pois, formaram-se apenas quatro turmas com um reduzido número de
alunos que funcionou no turno vespertino. Em 2005, a então Gestora Rita Gomes
Oliveira aposenta-se. Assume interinamente a direção da escola a Professora
Filomena Silva Oliveira por um período de sete meses. Nesse ano, o prédio ficou
sem funcionar salas de aula no período diurno. Era utilizado para realização de
cursos, palestras e encontro de professores, tanto a nível estadual, quanto
municipal. Em 2006, o prédio foi novamente cedido para funcionar com turmas do
ensino regular. Desta vez, para funcionar como anexo da Escola Municipal
Governador Archer no turno matutino com turmas de 1ª a 5ª série. Em agosto de
2006, a gestão da escola fica a cargo da Professora Erismar da Silva Souza.
Atualmente, a escola funciona atendendo alunos do Ensino Médio Regular no turno Matutino e
Vespertino e Ensino Médio (EJA) Noturno.. A faixa etária dos alunos está entre
14 e 58 anos. Conta com um quadro de 54 funcionários, sendo: são 35
professores, 1 diretor geral, 1 diretor adjunto, 1 secretário, 4 assistentes
administrativos, 3 zelador e 2 vigia. A escola passa por um processo de
reconhecimento para o funcionamento do Ensino Médio Regular e EJA.
|
ENSINO MÉDIO
|
|
SÉRIES/
ETAPAS
|
MATUTINO
(REGULAR)
|
VESPERTINO
(REGULAR)
|
NOTURNO
(EJA)
|
TOTAL
|
|
1ª
|
94
|
137
|
---
|
231
|
|
2ª
|
122
|
79
|
---
|
201
|
|
3ª
|
124
|
114
|
---
|
238
|
|
1ª etapa
|
|
---
|
194
|
194
|
|
2ª etapa
|
|
---
|
60
|
60
|
|
TOTAL
|
340
|
330
|
254
|
926
|
1.3.2. MISSÃO, VALORES
PRINCÍPIOS E VISÃO DE FUTURO
NOSSA MISSÃO
·
Proporcionar um ensino de qualidade em um ambiente criativo e
estimulante ao mesmo tempo em que estamos preparando cidadãos críticos capazes
de agir e transformar a nossa realidade social.
- VALORES
* Solidariedade – Formar cidadãos
participativos através de ações coletivas com transparência, eticidade em todas
as situações.
* Respeito – Vivenciar ações de
reciprocidade no processo de socialização e formação da cidadania.
* Justiça – Promover ao educando
um convívio de equidade e igualdade indispensável na formação do ser social.
- NOSSOS PRINCÍPIOS
*
Igualdade de condições para o acesso e permanência na escola.
*
Liberdade de aprender, ensinar, pesquisar e divulgar a cultura o pensamente, a
arte e o saber.
*
Pluralismo de ideias e de concepções pedagógicas.
*
Respeito á liberdade e apreço á tolerância.
*
Valorização do profissional da educação.
*
Garantia de padrão de qualidade.
*
Valorização da experiência extraescolar.
*
vinculação entre educação escolar, o trabalho e as práticas sociais.
-
VISÃO DE FUTURO
Pretendemos
tornar nossa escola uma referência de forma educativa exemplar, onde cada um
que a integra, possa contribuir com trabalho da equipe inovador, criativo e
responsável na formação integral dos nossos educando.
1.3.3. OBJETIVOS E METAS
A Escola C.E.J.A. Lúcia Bayma Araújo
tem como objetivo geral garantir a escolarização a nível médio, com vistas à
conclusão e prosseguimento de estudos, preparando o jovem para o exercício da
cidadania.
Seus objetivos
prioritários são:
♦ Elevar o nível de ensino-aprendizagem
dos alunos;
♦ Vivenciar as ações didático-pedagógicas
planejadas na escola;
♦ Dinamizar as ações norteadoras da
gestão escolar;
♦ Promover a integração entre a
escola e família.
Para atingirmos tais objetivos, foram estabelecidas as seguintes metas e
ações:
|
METAS
|
AÇÕES
|
|
1-
Elevar
o índice de aprovação de 85,7,% para 97%.
|
1 - Elaboração e execução dos projetos interdisciplinares,
pedagógicos, sócio-educativos e etc.
|
|
2 – Diminuir o índice de
reprovação de 14,3% para 3%.
|
2 – Desenvolvimento de atividades de leitura, interpretação e
domínio das habilidades exigidas.
|
|
3 – Manter o índice de cumprimento do calendário escolar de em 100%.
|
3 – Cumprimento do calendário escolar com o cumprimento dos dias
letivos, com devido acompanhamento.
|
|
4 – Elevar o índice de frequência dos alunos de 90% para 98%.
|
4 - Acompanhamento da
frequência dos alunos, otimização das aulas como também reunião com os pais.
|
|
5 – Elevar o índice de frequência dos professores de 95% para
100%.
|
5 – Levantamento do
déficit de aulas e acompanhamento do
quadro de reposição.
|
1.3.4. ESTAGIO CURRICULAR NÃO – OBRIGATÓRIO
O C.E.J.A. LÚCIA BAYMA busca parcerias para
ofertar vagas de estágio curricular não-obrigatório aos seus estudantes do 1º, 2º e 3º ano do
Ensino médio, de acordo A Lei federal nº 11.788/08, LDBEN nº 9.394/96, DCNEM DE 1998 e Decreto Estadual nº
32.685/17.
O estagio não-obrigatório deve
estar em consonância com os objetivos gerais deste Projeto Politico Pedagógico
e atender aos objetivos da proposta curricular dos níveis de ensino, conforme
Legislação vigente, garantindo ao estudante autonomia e protagonismo, e á
escola a construção de uma politica de não evasão.
De acordo com o Decreto Estadual
nº 32.685/17, são obrigações do C.E.J.A. Lúcia
Bayma em relações aos estágios de
seus estudantes:
I – Inserir o Estágio Não –
Obrigatório ao Projeto Politico Pedagógico da escola, para garantir pleno
acesso e participação dos estudantes;
II – assinar Termo de
Compromisso com o estudante ou com seu representante ou assistente legal, e com
a parte concedente, indicando as condições de adequação do estágio à proposta
pedagógica de curso, à etapa e modalidade da formação escolar, ao horário e
calendário escolar;
III – visitar e analisar as
instalações da parte concedente do estagio e sua adequação à formação cultural
e profissional do estudante;
IV – indicar o supervisor ou
professor orientador, como responsável pelo acompanhamento e avaliação das
atividades do estagiário junto à parte concedente, observadas as
especificidades dos estagiários da Educação Especial;
V –
exigir do estudante a apresentação trimestral de registro das atividades;
VI – zelar pelo cumprimento do
Termo de Compromisso, reorientando o estagiário para o local em caso de
descumprimento de suas normas;
VII – comunicar à parte concedente do
estágio, no início do período letivo, as datas de realização de avaliações
escolares;
VIII – registrar via formulário
eletrônico a avaliação do estudante, enquanto estagiário, para fins de
acompanhamento pela Secretaria Adjunta de Programas e Projetos Especiais e
Secretaria Adjunta de Ensino.
1.3.5. ESTRUTURA FISICA
O CEJA Lúcia funciona em prédio
próprio, dividido em dois pavimentos compostos das seguintes dependências:
|
DEPENDÊNCIA
|
QUANTIDADE
|
|
Banheiro na secretaria
|
01
|
|
Banheiro na sala dos professores
|
01
|
|
Banheiro para alunos
|
02
|
|
Banheiro para alunos com necessidades especiais
|
02
|
|
Biblioteca
|
01
|
|
Depósito
|
01
|
|
Diretoria
|
01
|
|
Pátio
|
01
|
|
Sala de professores
|
01
|
|
Salas de aula
|
08
|
|
Secretaria
|
01
|
|
Sala de multimídia
|
01
|
|
Sala da coordenação
|
01
|
1.3.6. CALENDÁRIO ESCOLAR
A organização
e a elaboração do calendário escolar ficará sob a responsabilidade do gestor,
dos coordenadores pedagógicos e professores seguindo as orientações da SEDUC,
devendo o mesmo consultar o pessoal técnico-administrativo, os quais deverão
contribuir com sugestões nas propostas de atividades a serem desenvolvidas
durante o ano letivo.
O calendário deverá conter o mínimo
de informações sobre:
A
– O início e término do ano letivo de acordo com as exigências legais.
B
– Previsão de dias letivos mensais, semestrais e anuais.
C
– Cronograma das atividades escolares.
D
- Datas comemorativas anuais trabalhadas
pelas escolas.
E
– Projetos Pedagógicos.
F
– Início e término da recuperação.
G
– Férias dos professores – início e término
H
– Calendário de entrega de notas bimestrais à secretaria da escola.
1.3.7. MATRIZ CURRICULAR
A matriz
curricular com a respectiva carga horária é parte integrante deste Projeto
Político Pedagógico e estrutura-se em consonância com a LDB nº 9.394/96, Lei
11.161/2005, Lei 10.793/2003 e Parecer CNE/CEB nº 38/2006.
Os temas
transversais deverão ser trabalhados nas atividades constantes nos diversos
componentes curriculares.
A grade
curricular que encontra-se em vigência atualmente, compreende as três séries do
ensino Médio Regular e as duas etapas da Educação de Jovens e Adultos, como
segue:
|
ENSINO MÉDIO REGULAR DIURNO
|
|
COMPONENTES
CURRICULARES
|
1ª SÉRIE
|
2ª SÉRIE
|
3ª SÉRIE
|
BASE NACIONAL COMUM
|
PARTE DIVERSIFICADA
|
TOTAL
|
|
CHS
|
CHA
|
CHS
|
CHA
|
CHS
|
CHA
|
|
ÁREA DE LINGUAGENS, CÓDIGOS E SUAS
TECNOLOGIAS
|
|
Língua Portuguesa: Gramática
|
02
|
80
|
02
|
80
|
02
|
80
|
240
|
|
240
|
|
Literatura
|
02
|
80
|
02
|
80
|
02
|
80
|
240
|
|
240
|
|
Redação
|
01
|
40
|
01
|
40
|
01
|
40
|
120
|
|
120
|
|
Língua Inglesa/Espanhola
|
02
|
80
|
02
|
80
|
02
|
80
|
240
|
240
|
240
|
|
Educação Física
|
02
|
80
|
02
|
80
|
02
|
80
|
240
|
|
240
|
|
Arte
|
02
|
80
|
02
|
80
|
02
|
80
|
240
|
|
240
|
|
SUB-TOTAL
|
11
|
440
|
11
|
440
|
11
|
440
|
1.320
|
240
|
1.320
|
|
ÁREA DE CIÊNCIAS DA NATUREZA, MATEMÁTICA E
SUAS TECNOLOGIAS
|
|
Matemática
|
04
|
160
|
04
|
160
|
04
|
160
|
480
|
|
480
|
|
Biologia
|
02
|
80
|
02
|
80
|
03
|
120
|
280
|
|
280
|
|
Química
|
02
|
80
|
03
|
120
|
03
|
120
|
320
|
|
320
|
|
Física
|
02
|
80
|
02
|
80
|
03
|
120
|
280
|
|
280
|
|
SUB-TOTAL
|
10
|
400
|
11
|
440
|
13
|
520
|
1.360
|
|
1.360
|
|
ÁREA DE CIÊNCIAS HUMANAS E SUAS TECNOLOGIAS
|
|
História
|
03
|
120
|
02
|
80
|
02
|
80
|
280
|
|
280
|
|
Geografia
|
02
|
80
|
02
|
80
|
02
|
80
|
240
|
|
240
|
|
Sociologia
|
02
|
80
|
02
|
80
|
01
|
40
|
200
|
|
200
|
|
Filosofia
|
02
|
80
|
02
|
80
|
01
|
40
|
200
|
|
200
|
|
SUB-TOTAL
|
09
|
360
|
08
|
320
|
06
|
240
|
920
|
|
920
|
|
TOTAL GERAL H/A DO CURSO
|
30
|
1.200
|
30
|
1.200
|
30
|
1.200
|
3.600
|
240
|
3.600
|
|
|
|
|
|
|
|
|
|
|
|
OBSERVAÇÕES:
1 . DIAS LETIVOS – 200
4. DIAS TRABALHADOS NA SEMANA - 05
2. SEMANAS ANUAIS – 40
5. DURAÇÃO DA HORA-AULA – 50 MINUTOS
3. DURAÇÃO DO INTERVALO – 15 MINUTOS