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ENSINO MÉDIO – EDUCAÇÃO DE JOVENS E
ADULTOS
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COMPONENTES
CURRICULARES
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1ª ETAPA
|
2ª ETAPA
|
CARGA HORÁRIA
TOTAL
|
||
|
CHS
|
CHA
|
CHS
|
CHA
|
||
|
BASE NÚCLEO COMUM
|
|||||
|
Língua Portuguesa e Literatura
|
04
|
160
|
04
|
160
|
320
|
|
Geografia
|
02
|
80
|
02
|
80
|
160
|
|
Educação Física
|
01
|
40
|
01
|
40
|
80
|
|
História
|
02
|
80
|
02
|
80
|
160
|
|
Química
|
02
|
80
|
02
|
80
|
160
|
|
Física
|
02
|
80
|
02
|
80
|
160
|
|
Biologia
|
02
|
80
|
02
|
80
|
160
|
|
Matemática
|
04
|
160
|
04
|
160
|
320
|
|
Arte
|
02
|
80
|
02
|
80
|
160
|
|
PARTE DIVERSIFICADA
|
|||||
|
Língua Estrangeira Moderna
|
01
|
40
|
01
|
40
|
80
|
|
Filosofia
|
01
|
40
|
01
|
40
|
80
|
|
Sociologia
|
01
|
40
|
01
|
40
|
80
|
|
Língua Espanhola
|
01
|
40
|
01
|
40
|
80
|
|
TOTAL
|
25
|
1.000
|
25
|
1.000
|
2.000
|
]
1.4. FUNDAMENTOS
1.4.1. ÉTICOS PEDAGÓGICOS
Os princípios
básicos da educação de acordo com a Lei nº 9.394/96 citados no art. 22 prevê a
formação de cidadãos autônomos, participativos, críticos e conscientes de seus
direitos e deveres.
Dessa forma,
o projeto pedagógico proporciona a realização de uma profunda reflexão sobre as
finalidades da escola, a explicitação do seu papel social, os meios
operacionais e ações que serão empreendidas para todos os envolvidos no
processo educativo.
Para que isso
ocorra, a escola deve trabalhar valores éticos que busquem a formação do
indivíduo para o exercício da cidadania.
Nessa
perspectiva, o CEJA Lúcia Bayma elegeu como princípios fundamentais para
vivenciar em sociedade os seguintes valores:
♦
Solidariedade
♦ Respeito
♦ Justiça
♦
Responsabilidade
Ser solidário é ser participativo, é ser cidadão,
é ser humano. A escola busca solidariedade através de prática coletivas
(convivência em sala de aula, reuniões, encontros pedagógicos, festividades
etc) favorecendo a participação de todos, visando a melhoria da ação
pedagógica, proporcionando tratamento igual para todos que fazem a escola.
Respeito requer
reciprocidade e é inerente ao processo de socialização da formação cidadã. O
respeito deve estar presente em todas as ações humanas. Respeitar as diferenças
individuais da educação é obrigação do professor, como também oferecer-lhes uma
aprendizagem de qualidade que atenda suas necessidades. Os educandos por sua
vez deverão respeitar todas as pessoas que compõem a escola.
A justiça
como um dos valores de grande importância para a formação cidadã é essencial
para o convívio social, sobretudo quando detém o poder que traz a
responsabilidade de decisões que afetam a vida de outras pessoas. Esse valor tem
como princípio básico a igualdade e equidade entre todos os cidadãos na sua
convivência em sociedade.
A prática
desses valores é norteada pelo Regimento Escolar, O Conselho Escolar, Plano de
Desenvolvimento da Escola, Plano de ação, conselho de Classe, Projetos
Pedagógicos desenvolvidos por séries e áreas específicas, comemorações de data
significativas dentre outras ações que serão operacionalizadas na escola.
No Regimento
Escolar encontram-se subsídios e normas que direcionam e orientam as atividades
administrativas e pedagógicas que ocorrem na escola.
O Conselho
Escolar se constitui num recurso valioso que garante a participação de
representantes dos diversos segmentos da escola (gestão, professores, alunos,
funcionários e pais) nas decisões políticas, pedagógicas e administrativas,
fortalecendo a gestão escolar.
O Plano de
Desenvolvimento da Escola – PDE é um projeto que define o que é a escola, o que
ela pretende fazer, onde quer chagar, como quer chegar e quais recursos usará para sua melhoria. O
Plano de Ação é definido a partir das ações contidas no PDE e PPP.
O Conselho de
Classe se constitui num instrumento de avaliação da prática pedagógica e
administrativa realizado bimestralmente com a participação dos gestores – geral
e adjunto – pedagogos, alunos, professores e comunidades escolar.
1.4.2. EPISTEMOLÓGICOS
A concepção de aprendizagem de educação adotada pela escola,
está voltada para construção do conhecimento e as formas de organização das
correntes teóricas vivenciadas na prática pedagógica. Conhecimento este, que
não faça separação entre a vida e a educação, antes sim, deve preparar para a
vida, promovendo seu constante desenvolvimento, pois como tão bem enfatiza John
Dewey “os alunos não estão, num dado momento, sendo preparados para a vida e em
outro, vivendo”.
A prática de
todo professor, mesmo de forma inconsciente, sempre pressupõe uma concepção de
educação que determina o papel do professor, do aluno, da metodologia, da
função social da escola e dos conteúdos a serem trabalhados.
Não existe,
portanto, prática pedagógica que não esteja apoiada em uma corrente teórica,
pois apesar das raízes na pedagogia tradicional, o corpo docente, dentro das
suas limitações progressistas, considerando o aluno um sujeito ativo capaz de
construir seu próprio conhecimento.
1.4.3. DIDÁTICOS-PEDAGÓGICOS
A proposta
curricular existente na escola tem o educando como o centro do processo
educativo. Na construção do conhecimento sobre os conteúdos escolares, estes
recebem influências das ações dos professores, pais, colegas, meios de
comunicação, etc.
Atualmente,
com a disseminação da tecnologia relacionada a informação, todos podem aprender
em espaços não escolares, por isso a escola precisa está atenta às diversas
informações para que ela favoreça ao educando uma aprendizagem significativa.
Cabe à escola
enfrentar e superar esse desafio, através da sistematização do seu currículo,
qualificando seus profissionais, realizando o planejamento de habilidades e
desenvolvendo ações pedagógicas que acontecem em especial nas salas de aula.
Quanto à SEDUC, cabe acompanhar, avaliar, estabelecer critérios e indicadores
de qualidade no processo e também dos resultados.
Para garantir
o sucesso dos alunos como também o seu, os professores deverão desenvolver o
Plano Anual de Trabalho, durante os 200 dias letivos/800 horas mínimas que
compõem o calendário escolar.
1.5. ORGANIZAÇÃO CURRICULAR
Tendo como
referência a Proposta Curricular do Ensino Médio, O CEJA LÚCIA BAYMA desenvolve
o processo ensino-aprendizagem na estrutura de séries.
Sobre a
organização curricular do ensino médio, os alunos recebem orientação de
professores graduados que ministram disciplinas específicas.
A metodologia
prevê o desenvolvimento dos conteúdos das diversas áreas do conhecimento,
observando aspectos mais relevantes da interdisciplinaridade. Os conteúdos são
trabalhados ainda, em forma de aulas expositivas, pesquisas, seminários, feiras
culturais, etc.
A prática
avaliativa desenvolvida na escola procura ter um caráter diagnóstico,
considerando o crescimento do aluno durante todo o processo de ensino. Está
baseado na Lei 9.394/96, a qual defende que os alunos sejam avaliados nos aspectos
qualitativos e quantitativos.
No
qualitativo, observam-se aspectos como pontualidade, assiduidade, participação
e socialização. No quantitativo, considera-se
a assimilação dos conteúdos programados e desenvolvidos através da
habilidades vivenciadas em sala de aula.
Para efeito de promoção de uma série
para outra, serão considerados os resultados apurados após a aplicação dos
critérios avaliativos desenvolvidos em cada período letivo (04 durante o ano).
As avaliações
mensais serão expressas em notas de 0 (zero) a 10 (dez) pontos. Ao final de
cada período letivo as mesmas serão somadas para obtenção da média do período.
Os estudos de
recuperação serão realizados no decorrer do ano letivo, após as atividades
avaliativas de cada período e após a extração da média anual, para os alunos
que obtiverem média inferior a 6,0 (seis).
Para efeito
de aprovação, o aluno deverá obter média mínima de 6,0 (seis) em cada período,
que ao final do ano letivo serão somadas e divididas para obtenção da média
anual, que não poderá ser inferior a 6,0 (seis), e frequência mínima de 75% de
presença na escola.
1.6. PERFIL DOS PROFISSIONAIS
1.6.1 CORPO DOCENTE
O corpo
docente do CEJA Lúcia Bayma será constituído por professores efetivos e/ou
contratados, graduados e pós graduados compromissados com a formação acadêmica,
social, politica e cultural dos alunos.
Considerando
o aluno como o centro de todo o processo de ensino, o professor desta
instituição tem como função primordial, orientar e estimular o aluno na construção
do conhecimento, tornando-se assim um facilitador dessa aprendizagem. Para isso
precisará ser dinâmico, autêntico e reflexivo, condição necessária para o
despertar da criatividade, autonomia e doutrina do educando para a vida.
1.6.2. CORPO DISCENTE
O corpo
discente da escola é constituído, em sua maioria, por alunos financeiramente
pobre oriundos de diversos bairros da cidade e da zona rural do município.
Alguns alunos
pertencem a famílias cujos pais são separados, razão pela qual são criados pelos
avós, já que as mães precisam trabalhar ou mudam constantemente de endereço por
não possuírem residência própria, e em busca de melhores condições de vida.
Em relação ao
grau de instrução, poucos são os pais que possuem ensino médio e os avós na sua
maioria não são alfabetizados. Essa realidade se reflete na falta de
acompanhamento do aluno em relação às atividades desenvolvidas pela escola.
A clientela
da escola é, portanto, de alunos com carências diversificadas, oriundas de
famílias com formação diferente. Por esta razão o aluno é o centro de todo o processo
ensino-aprendizagem, onde o mesmo o é incentivado à descoberta e valorização do
conhecimento, tornando-se assim sujeito da sua própria educação.
1.6.3. ADMINISTRAÇÃO
A Gestão da
escola é formada por Gestor Geral (Licenciatura em Pedagogia e especialização
em Orientação e Supervisão Escolar) e Gestor Adjunto (Licenciatura em Letras ) e
eleitos por voto direto pela comunidade escolar para exercer a função.
A
administração é o segmento que tem como função planejar, organizar, coordenar,
controlar e deliberar sobre todas as atividades administrativas e pedagógicas,
para que a mesma ocorra de forma eficiente e eficaz, realizando-se assim um
trabalho coletivo, aberto ao diálogo buscando a valorização dos profissionais
da escola e o crescimento do aluno.
1.6.4. COORDENAÇÃO
PEDAGÓGICA
Atualmente composta por três pedagogas ou profissionais especializados
em Gestão e supervisão escolar, a coordenação pedagógica atua nos turnos
matutino, vespertino e noturno.
Realizam um
trabalho coletivo de apoio, orientação e controle dos processos, projetos e
programas adotados e vivenciados na escola, bem como análise de ações
pedagógicas/administrativas que buscam um maior envolvimento do aluno no processo
ensino-aprendizagem.
1.7. RELAÇÃO DA ESCOLA
COM A COMUNIDADE
Comunidade e
escola devem estar em interação, pois uma possibilita à outra a construção de
projetos que visam a melhor e mais completa formação do aluno.
A escola é o
lugar privilegiado para educar pessoas, tornando-as mais participativas,
solidárias e produtivas, pois a ampla gama de conhecimentos construída no
ambiente escolar ganha sentido quando há interação contínua e permanente entre
o saber escolar e o saber que o aluno traz do seu convívio social.
A escola não
deve abrir mão desse papel, pois não existe ainda nenhum outro espaço social,
nem mesmo a família, que a substitua na tarefa de organizar situações para
aprender ou reaprender, construir significados ou ressignificar conhecimentos.
A família pode e deve complementar, apoiar, participar da educação de seus
filhos.
Dessa forma,
procura-se intensificar o relacionamento entre escola e comunidade, através da realização
de reuniões de pais e mestres, Conselho escolar, atividades cívicas culturais, procurando
assim manter uma relação de parceria no processo de ensino aprendizagem do
aluno.
1.8. DISCIPLINA
A questão disciplinar tem sido tema de
discussões constantes, pois a mesma não é, nem nunca foi novidade na sala de
aula, onde deve ser trabalhada como um desafio a ser superado. Isso porque
envolve muitas vezes, situações constrangedoras em termos profissionais e
pessoais para os educadores e educandos, tornando-se uma fonte geradora de
estresse e desmotivação.
A disciplina
é um instrumento de determinação de normas, atitudes e valores que são exigidos
para o bom andamento da prática pedagógica da escola.
Os valores
que deverão ser trabalhados e vivenciados para a boa disciplina na escola são: amor,
respeito, justiça, responsabilidade, honestidade, organização e solidariedade.
1.9. AMBIENTES ESCOLARES
1.9.1. SALA DE LEITURA
A sala de
leitura é um local privilegiado na escola, onde os livros didáticos,
paradidáticos, literários, revistas, periódicos, (jornais, folhetos) etc., devem
oferecer aos educandos oportunidades de ampliarem e complementarem os
conhecimentos e informações que são transmitidos pela ação docente.
Este ambiente
escolar coloca à disposição dos alunos de maneira geral este pequeno e rico
acervo cultural que se espera ser de grande valia para os que dele se
utilizarem para estudos.
1.9.2. SALA DE RECURSOS MULTIMIDIA
A sala de
recursos multimídia deve representar para os docentes e discentes da escola,
uma opção didático-pedagógica de grande importância, pois se trata de um
recurso audiovisual com o qual podemos ver, ouvir e interpretar informações
diversificadas sobre assuntos específicos das áreas de estudo do ensino médio,
como também ampliar o universo cultural de alunos e professores, bem como deve
ser dotada de computadores com acesso a internet, impressora, scanner, afim de
possibilitar pesquisa e a produção de trabalhos científicos.
1.10. AVALIAÇÃO E
REELABORAÇÃO DO PROJETO
A avaliação
coletiva do projeto será feita ao término de um período previsto para execução
e poderá iniciar-se pela análise de concretização das ações planejadas.
Neste
trabalho de avaliação, os indicadores anteriormente elaborados têm um papel
importante servindo como elemento de confronto com o resultado das ações
desenvolvidas e suas consequências, sendo assim, permite a correção e
possibilita alterações que se fizerem necessárias.
1.11. RECURSOS HUMANOS
|
DIRETORES
|
CARGO / GRADUAÇÃO
|
|
Erismar da Silva Souza
|
Diretora Geral / Pedagogia
|
|
Valdemir Guimarães Sousa
|
Diretor Adjunto / Letras
|
|
COORDENAÇÃO PEDAGÓGICA
|
TURNO / GRADUAÇÃO
|
|
Maria do Espírito Santo Sousa Lima
|
Matutino / Pedagogia
|
|
Adelma Vitória Medina Campos
|
Vespertino / Letras
|
|
Meire Lucia Duarte Costa
|
Noturno / Letras
|
|
|
NOME DOS PROFESSORES
|
GRADUAÇÃO
|
|
01
|
Vanda
Chaves da Silva
|
Letras/Português
|
|
02
|
Meire Lucia
Duarte Costa
|
Letras/Português
|
|
03
|
Josiel
Almeida Paixão
|
Educação
Física
|
|
04
|
Amós Costa
de Sousa
|
Letras/
Inglês
|
|
05
|
Elenir da
Silva Franco Paiva
|
Matemática
|
|
06
|
Claudinéa Pereira
de Oliveira
|
Matemática
|
|
07
|
Joselson
Rodrigues Silva
|
Química
|
|
08
|
Heni
Teixeira Raul
|
Letras/Português
|
|
09
|
Ricardo
Abreu Santos
|
Física
|
|
10
|
João Paulo
Correia Neto
|
Química
|
|
11
|
Maria do
Perpetuo do Socorro Santos Piorski
|
Filosofia
|
|
12
|
Milton
Pereira Soares Junior
|
História
|
|
13
|
Sara Regina
Farias Pacheco
|
História
|
|
14
|
Tatiana
Martins
|
Biologia
|
|
15
|
Regina
Nascimento Martins
|
Filosofia/Letras
|
|
16
|
Maria
Ednalva Araújo da Silva
|
Geografia
|
|
17
|
Hilvânia
Sousa de Queiroz
|
Educação
Física
|
|
18
|
Rosangela
Vasconcelos dos Santos
|
Letras
|
|
19
|
Tercília
Machado Lima Neta
|
Espanhol/Letras
|
|
20
|
Joerbeson
Oliveira Aquino
|
Letras/Português
|
|
21
|
Paulo Leles
Neto
|
Matemática
|
|
22
|
Maria Eldes
Ribeiro Freitas
|
Biologia
|
|
23
|
Maria
Aparecida Brandão Salazar
|
História
|
|
24
|
Maria do Espírito Santo
Sousa Lima
|
Pedagogia
|
|
25
|
Jelves Aron
Presley da Costa Lima
|
Matemática
|
|
26
|
Meirydianne
Chrystina de Almeida Santos Silva
|
Letras
|
|
27
|
Sandra Rosa
Martins Franco
|
Geografia
|
|
28
|
Francisco
José Silva Barroso
|
Matemática
|
|
29
|
Mauricio
Henrique Amorim de Sousa
|
Matemática
|
|
30
|
Noely Soares Barbosa
|
Química
|
|
31
|
Zulene dos
Santos Carvalho
|
Biologia
|
|
32
|
Irineusa
Sousa dos Santos
|
Filosofia
|
|
33
|
Tatiana
Vieira Araújo
|
Letras
|
|
34
|
Patrícia
Silva Mendes
|
Letras
|
|
35
|
Maria do
Socorro Ferreira Braga Silva
|
Sociologia
|
|
|
NOME DOS ASSISTENTES
ADMINISTRATIVOS
|
GRADUAÇÃO
|
|
01
|
Francimar
Alves Pereira
|
Filosofia
|
|
02
|
Diana Maria
A. Costa Sousa
|
Letras
|
|
03
|
Maria José Cardoso
dos Santos
|
Filosofia
|
|
04
|
Manoel
Messias Moreira de Queiroz
|
Ensino
Médio Completo
|
|
05
|
Max Sandro
Braga Serra
|
Filosofia
|
|
06
|
Valdemar
Barros Filho
|
Ensino
Médio Completo
|
|
07
|
Dinalva
Ribeiro Morais Pinto
|
Filosofia
|
|
08
|
José
Henrique Lago Mouzinho
|
Filosofia
|
|
|
NOME DOS AUXILIARES DE SERVIÇOS
GERAIS
|
GRADUAÇÃO
|
|
01
|
Maria
Oliveira de Araújo Costa
|
Ensino
Fundamental Incompleto
|
|
02
|
Cícera
Adriana Oliveira
|
Ensino
Fundamental Incompleto
|
|
03
|
Sebastiana
Torres de Morais
|
Ensino
Médio Completo
|
|
|
NOME DOS VIGILANTES
|
GRADUAÇÃO
|
|
01
|
Francisco
das Chagas Brandão
|
Ensino
Médio Completo
|
|
02
|
Edmagno de Araújo Saraiva
|
Ensino
Médio Completo
|
1.12 CONSIDERAÇÕES FINAIS
A prática
pedagógica descrita neste projeto foi elaborada coletivamente e representa a
realidade da escola, pois se trata de um trabalho de edificações que busca
responder às exigências da sociedade que se caracteriza por transformações nos
diversos níveis de conhecimento.
O grande
desafio da escola é criar condições para que o educando seja capaz de
desenvolver formas pessoais de resolver problemas, organizar atividades e
acompanhar ao longo das ações o seu progresso, seu crescimento como pessoa e
como cidadão, hábil ao exercício do trabalho.
Com esta
linha de pensamento a escola reorganiza sua estruturação, visando a construção
de uma sociedade melhor, com mais equidade, liberdade e solidariedade. Sua
finalidade é organizar sistematicamente a prática pedagógica e administrativa
da escola, visando oferecer um serviço educacional de qualidade.
A avaliação
deste projeto dar-se-á durante o processo educativo, através de relatórios das
atividades elaboradas e executadas com intuito de fazer acontecer cada objetivo
e cada meta propostos.
12. REFERÊNCIAS
BIBLIOGRÁFICAS
·
CARNEIRO, Moacir
Alves. LDB fácil: Leitura Crítica compreensiva: artigo a artigo / Moacir Alves
Carneiro – Petrópolis, Rj: vozes, 1998.
·
SEVERINO, Antonio
Joaquim, 1941 – Metodologia do Trabalho Científico / Antonio Joaquim Severino –
22, ed ver, e ampla de acordo com a ABNT / São Paulo: Cortez, 2002.
·
Projeto político-pedagógico terra solidária.
Escola Sindical Sul, 2000.
·
Maranhão.
Gerência de Desenvolvimento Humano. Proposta curricular: ensino fundamental –
5ª a 8ª série. São Luis, 2000.
·
Referências curriculares
do Ensino Médio do Estado do Maranhão / Gerência de Estado de Desenvolvimento
Humano. Supervisão de Acompanhamento Curricular de Ensino Médio – São Luis.
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